Follow by Email

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O que existe de bom por ai...

Arte de chorar em público

Xico Sá se rende ao charme das mulheres que não deixam de chorar, jamais!

13.12.11        TEXTO Xico Sá*       ILUSTRAÇÃO Stúdio MY.S

Uma das grandes vantagens das mulheres sobre nós é a coragem, o destemor, de chorar em público. Se o choro vem, as mulheres não congelam as lágrimas, como os moços, esses moços, pobres moços... Elas não guardam as lágrimas para depois, como nós, que sempre adiamos as cachoeiras interiores, não levam as lágrimas para derramar escondidas na alcova.
Pior ainda é o homem que não chora nunca. Além de fazer mal ao coração, esse tipo não merece muita confiança. As mulheres não, falo da maioria das fêmeas, desabam em qualquer canto e hora. Se estão mal de amor, choram na firma, no escritório mesmo, na fábrica, choram no trânsito, choram no metrô, simplesmente desabam. Como invejo as lágrimas sinceras das moças.
Quantas vezes a gente não se preserva, por fraqueza, enquanto as lágrimas, em queda d´água, batem forte no peito machista e viram apenas pedras de gelo no uísque.
Como invejo as mulheres que misturam sim o trabalho com o drama furioso da existência. Desconfio da frieza profissional, das icebergs de tailleur, que imitam os piores homens e guardam tudo para molhar o travesseiro solitário numa noite de inverno.
Ora, as mulheres podem ser infinitamente poderosas, administrarem plataformas de petróleo nos mares e chorarem um atlântico diante de uma indelicadeza da vida.
Lindas e comoventes as mulheres que choram em público, nas ruas, nos cafés, nos bares, nos restaurantes, no táxi. São antes de tudo umas fortes. Tristes dos que estranham ou ficam envergonhados com o mais verdadeiro dos choros.
Triste dos que não levam a sério, que tratam como sintomas da TPM e chiliques do gênero, que fracasso. Ora, até mesmo os choros de varejo, não importam as causas, são comoventes. Chorar engrandece. Fazer amor depois de lágrimas, então, é sentir o sal da vida sobre os olhos, romanticamente, sem medo de ser ridículo ou cafona.
Acabei de testemunhar uma dessas lindas e corajosas moças, chorava no metrô da avenida Paulista.
Por que chorava aquela moça?
A moça não escondia os soluços do choro. Terá discutido a relação, a velha D.R., à boca da estação Paraíso? Veste roupa de trabalho sério, e chora. Daqui a pouco estará sentada na sua cadeira de secretária, exímia, bilíngue, a serviço da grana “que ergue e destrói coisas belas”.

Teria levado um pé-na-bunda, um fora? Teria visto o casamento pelo binóculo do titio Nelson Rodrigues? Perdoa-me por me traíres?

A moça que chorava no metrô sabia que o amor é como as estações da avenida Paulista: começa no Paraíso e termina na Consolação.

* XICO SÁ é jornalista e escritor, autor de Chabadabadá – Aventuras e Desventuras do Macho Perdido e da Fêmea que se Acha (Editora Record, 2010), entre outros livros.


Artigo Originalmente Publicado pelo "Portal Espresso" Disponível em: http://revistaespresso.uol.com.br/colunistas/arte-de-chorar-em-publico.html

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O que andam comentando sobre o Casa di Maria caffè!

Casa di Maria

Publicado: 13 de Janeiro 2012 por euvou!

Adentrando a Casa
Nesse último fim de semana fui conhecer um café muito legal em Natal, sugestão de uma amiga minha. O Casa di Maria Caffè é um cantinho muito aconchegante. Se chegassem visitas lá em casa por esses dias, certamente esse seria um dos lugares que os levaria. (Claro, se fosse o pessoal de São Paulo, antes realizaríamos o sonho tropical, que inclui passei de buggy nas dunas e foto em frente ao Morro do Careca).
Ficamos na área interna do café. Quando chegamos lá, primeiro fizemos uma pausa para observação: cadeiras de cinema revestidas com tecido estampado, painéis brancos de madeira nas paredes, pintura rosa, cadeiras com assentos e encostos revestidos de tecidos floridos, uma parede cheia de molduras diversas, luminárias cobertas de flores… ah, e por falar nas luminárias…
Às vezes fico me divertindo com os amigos arquitetos falando sobre o vocabulário próprio da turma que trabalha com ambientação. O pessoal costuma utilizar expressões do tipo “ambiente clean”, “ambiente com muita informação”, “vamos fazer uma brincadeira aqui” e outras. Alguns clientes acham isso máximo e acabam querendo falar assim. O problema é que às vezes eles empregam as expressões de uma forma equivocada.
Pois pronto. Para não cair nesse erro, visite o Casa di Maria e entenda o que um arquiteto quer dizer quando fala que vai fazer uma brincadeira com alguma coisa. Nesse caso, a brincadeira foi feita com as luminárias. Ao todo, existem quatro tipos de pendentes no café e ficaram muito bem colocadas no ambiente.
Gostei da brincadeira, mas o que achei melhor mesmo foram as portas! Tenho quase certeza de que a porta de entrada do café é a esquadria original da casa que já existiu ali ou das redondezas. Sabe aquelas portinhas divididas em duas partes estreitas, com pequenas partes de vidro e às vezes de veneziana? Só esqueci de fotografar.
As outras portas que gostei foram as dos banheiros. Ao invés de ficar colocando plaquinha identificando “banheiro masculino” e “feminino” ou com aqueles ícones universais, por que não usar toda a porta com uma informação descolada? No Casa di Maria, os sanitários são identificados por umas pinturas à la Botticelli que ocupam completamente as portas: um varão no dos homens e uma beldade no das mulheres.
Só teve uma coisa que não gostei. As toalhas das mesas! Não estou falando de cores, estampas e texturas. Estava tudo perfeito. A questão foi que o tecido ficou super escorregadio naquelas mesas. Fiquei em na maior tensão. Quando alguém saía acabava puxando um pouco o tecido e eu morria de medo dos cafés irem junto.
Mas a gente veio aqui pra falar de ambientação ou para comer?
Pedimos um “combinado” para provar vários salgados gostosos de uma vez só. Eles são acompanhados por 3 molhos. O de tomate e o pesto estavam tão gostosos que pensei em perguntar se vendiam só o molho.
Para beber eu pedi o suco Martha Medeiros, que já tinha visto uma foto na internet e fui conquistado pelo visual. Um verde forte no fundo do copo é a menta, que aos poucos vai se misturando com o suco de abacaxi. O pessoal caprichou em pedir os cafés especiais: café nutella, para os chocólatras, ice cappuccino para quem não vive sem um doce de leite e o afogatto licor chocolate para quem quer tudo de cremoso em um só copo.



Já estávamos satisfeitos. Foi quando a chocólatra da mesa foi ao banheiro e passando em frente ao balcão viu exposta literalmente uma “tora de chocolate”. Sabe aquela goiabada cascão que quando você tira da embalagem fica uma barra inteira. Pense nessa barra sendo maior e na verdade de chocolate! Solicitamos uma fatia coletiva, que veio acompanhada de uma cumbuquinha de ganache para você despejar em cima… huuum! Excelente!

O Casa di Maria recebe o carimbo de #eurecomendo!

Lá tem muita coisa boa. Terei que voltar lá para provar as outras delícias do cardápio.
Para quem quiser aparecer por lá, procure por:
Casa di Maria Caffè
Av. Afonso Pena, 507 Bairro Petrópolis Natal RN Fone (84) 3201 4950
 
Publicado em: http://euvou.blog.com/2012/01/casa-di-maria/

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

No Casa di Maria Caffe você encontra...

Cava Freixenet Cordón Rosado Brut

Freixenet Cordon Rosado Brut - Sparkling rose wineAs variedades que se utilizam para a elaboração do vinho base para este cava são Trepat e Garnacha. A colheita começa no final de Setembro com a variedade Trepat e finaliza a princípios de Outubro com a variedade Garnacha.
A variedade Trepat, mais tardia, se colhe à finais de Setembro e procede da região de Conca de Barberà (Serral), em Tarragona, zona que pela natureza calcárea dos solos e seu baixo conteúdo de matéria orgânica, bem como por sua climatologia se convertem neste vale fluvial em zona privilegiada para o cultivo vinícola e em particular da uva Trepat, que lhe dá um caráter fresco, leve e de grande expressão aromática. A produção desta variedade se limita a cerca de 1.000 ha em toda Catalunha.
 Após a preparação das uvas, separadas por variedades, são prensadas para obter o mosto. Na etapa seguinte, passa por maceração com suas peles por 10 horas. Passadas as 10 horas, o mosto se translada por variedades aos depósitos de fermentação.
 A primeira fermentação se realiza separadamente em depósitos de aço inoxidável em temperatura controlada entre 15 e 17°C.
 Nestes depósitos se realiza a semeadura de leveduras selecionadas próprias, que provém da criação de propriedade da Freixenet, e se inicia a primeira fermentação. Uma vez finalizada a primera fermentação, passados entre 10 e 12 días, e após uma série de processos e tratamentos, o vinho base está preparado para o coupage e posterior engarrafamento onde efetuará a segunda fermentação em garrafa.

Notas de Cata

Cava de viva coloração vermelho morango, brilhante, com borbulha abundante de tamanho médio, com bom despreendimento de gás carbônico formando uma bela coroa.
Cava muito frutado devido a fermentação do vinho base à temperaturas controladas entre 15 e 17°C, retendo grande parte da fração aromática. Ricos aromas florais e louro (próprios da variedade garnacha), notas de frutas vermelhas (amora, framboesa), frutos exóticos, figos secos, tâmaras bem harmonizadas com aromas frescos de criança média. Em boca mostra um grande frescor e leveza, suave ao paladar, aparecendo de novo os sabores de frutas vermelhas, típico dos vinhos e cavas rosados da região do cava.

Cava perfeito para aperitivos. Ideal para carnes suaves, arroz e massas.
Dosagem de açúcar: 9 g/l (Brut)

 Fonte: http://www.freixenet.com.br/vinho/cordon-rosado-brut.asp#

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Deguste Gastronomia

Casa Di Maria faz sucesso em Petrópolis
 Cafeteria apresenta novidades no cardápio e na carta de cafés

Por Claudia Andrade                                                                                         Fotos: Thyago Macedo

A casa se diferencia pela decoração sofisticada em tons de branco e rosa, e agradou tanto ao público feminino quanto ao masculino           
Com apenas seis meses de funcionamento, a Casa Di Maria, em Petrópolis, já conquistou seu espaço na preferência do natalense quando o assunto é cafeteria. A casa, que se diferencia pela decoração sofisticada em tons de branco e rosa, agradou, tanto ao público feminino quanto ao masculino, que se rendeu ao bom gosto do espaço e as delícias do cardápio. “Conseguimos criar um ambiente agradável em que os clientes se sintam confortáveis e o retorno tem sido muito positivo”, afirma o empresário Ricardo Noro, um dos sócios da cafeteria.
Ricardo Noro, que também é arquiteto, cuidou pessoalmente da decoração da cafeteria

A carta de cafés ganhou muitas novidades desde a inauguração da casa, entre elas, uma que vem fazendo sucesso entre o público masculino, o Café Gengibre. A bebida é feita à base de café espresso e creme de gengibre, e segundo Renata Jovelina, barista da Casa Di Maria, o gosto forte tem agradado aos homens que preferem bebidas mais encorpadas. “Diferente dos homens, o público feminino busca mais por bebidas adocicadas, como o Afogatto de Chocolate, um dos destaques do nosso cardápio”, explica Renata.  
Torta de pão de ló de coco com doce de coco e ameixa
O menu de salgados e sobremesas também ganhou novas opções, como o Bolo de Berinjela com Frutas Secas. O bolo é semelhante ao tradicional panettone e é uma boa opção de presente para essa época natalina. Outro destaque do cardápio é a torta de pão de ló de coco com doce de coco e ameixa, além de muito saborosa, a novidade tem uma bonita apresentação.
A barista da Casa Di Maria, Renata Jovelina

O cardápio ainda traz boas opções em tortas salgadas e quiches, um dos mais pedidos é o de camarão com siri e o de tomate seco com rúcula e manjericão. A cafeteria funciona de segunda à sábado, das 9h 30min às 21h 30min e aos feriados, das 14h às 21h 30min.
O Bolo de Berijela com frutas secas é a sugestão de presente da cafeteria para a época natalina

sábado, 19 de novembro de 2011

Revista "VEJA Comer & Beber Natal"

Comidinhas

Casa di Maria Caffe

Lustres e luminárias com motivos florais, bustos de manequins e as cores rosa e branco refletem o universo feminino. No menu estão 35 opções de bebida à base de café preparado com o grão da marca Art&Café, cultivado em fazendas da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais. O amarula trufado (R$ 7,00) combina Amarula, expresso, ganache de chocolate, leite e chantili. Para a criançada, há o mariazinha (R$ 6,50), bebida morna que mistura chocolate, leite condensado, chantili e M&Ms. Entre as comidinhas chamam a atenção tortas como a de charque com nata e a de camarão com siri (R$ 7,80 cada uma).



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Assim é o Casa di Maria Caffè...

O Casa di Maria Caffè traz em sua marca o nome de Maria, que se traduz em Mulher. Quem não conhece uma Maria, quem não tem uma mulher em sua vida que lhe inspire, que lhe dê ou lhe tenha dado aconchego? Quem não se lembra do cheiro bom de bolo saindo quentinho do forno, misturado com aroma de café recém preparado?  Assim é a proposta: aliar espaço, aconchego e atenção e mais uma boa e saborosa torta, um bolo ou um doce da infância, um bom, cheiroso e saboroso café.

No Casa di Maria Caffè você encontra cafés como o Caffè Afoggato, uma perfeita mistura de quente e frio, a harmonia entre o café e o sorvete ou  o Cappucino Di Maria - especial e só encontrado lá -  para os dias mais friozinhos, um delicioso chocolate quente, muito bem servido e generoso como o amor de Maria. Para os que gostam de conversar saboreando bons drinques tem o Maria Antonieta que mistura, de forma muito leve, o Limoncello, o Cointreau e a Espumante e para os apaixonados o Maria Love, com pedaços de morangos, Espumante e Monin de morango. Para os gostos mais naturais há sucos, como o de Pêra com água de Coco e o  de Abacaxi com Gengibre e Mel. Para comer,  uma seleção de quiches e tortas salgadas, como a de Frango com Fungi ou, ainda, a de Camarão com Siri, além de bolos como o de Macaxeira Caramelada  ou o da Moça, com Baba de Moça. O Casa di Maria também não se esqueceu das crianças, com o Caffé Mariazinha, servido em xícaras, que dá vontade de levar para casa.